Estreita é a alma desfeita do carma que não cumpriu. O café sempre acaba, porque o café acaba, meu Deus? Onde armazenaram os grãos, que não no meu armário de coisas vitais? O papel higiênico sempre acaba, afinal porque o rolo não é infinito, igual a esperança que tem o maldito pobre de ficar rico?
Teu nome de artista e tuas coxas satânicas. Onde colocaste meu baseado, como pudeste manjar minha torta fria e descongelar meu freezer frost-free? Não leia no meu beijo concessão de liberdade provisória. Mantenha-se retórica longe de minhas verdades. Perdi teu signo no meio de meus livros e encontrei minha razão na fumaça do desodorante, vejo energias positivas nas bolas de vidro sobre a escrivaninha. Use lápis e papel, mantenha seu batom longe de meus espelhos.

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