Tuuuuuuuuuuu


À noite eu não existo,
sobrevivo em silêncio.
Sol caído e faço espera
pra’quela que me vela
acesa de tesão e dor.
Imito bicho selvagem
na sobra aromática
da minha luminária,
urgindo um compromisso
de vaidade e ternura.
Acordo torcicolo e
psicóloga não cura
ou encurta distância
de bem querer alguém
que existe de longe.
Impotência do abraço
com o reflexo de números
discados atônitos
na fome da voz que
raramente se ouve.
Ligo segunda,
às vinte e duas
horas palpitares
da minha saudade.

Comentários

  1. aaaaaaaaaaaa

    li "5600 mil" vezes

    shuahsuahas

    **

    Coisa mais linda do mundo!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

E tenha o teu dito a contribuição que preciso.

Postagens mais visitadas deste blog

O déspota solitário de Tallinn

Historicamente Nú.