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Todo tempo do mundo para ti, Marina. E até logo que nunca mais te vejo nesse bonde oposto que tomo, Antônio. Oh, querida Virginia, acredita em búzios e cruzes que lagarta enorme na minha salada! Odeio gente nojenta... - ela ia dizendo e se perdeu de mim na quarta tenda de artefatos indianos. Todos os motivos do mundo para teus olhos inchados, drenagem, sacanagem e vocês só pensam nisso mesmo. Não havia pensado, mas você nem se importa com isso na verdade. Foi a vidente que disse: ajude o destino, menino! E se quiser saber estarei por lá no sábado dia vinte e cinco, pouco alcoolizado, com um sorriso comum e duas pernas dançantes em todo quadrado que houver música. Grite para mim, por favor, levarei o cardápio com opções de pratos raros e toques suaves de manjericão. Peça para que eu sugira, sussurre, induza. Não desvie o trajeto do desejo. Marina, o que você pretende afinal, dois copos e um abraço, bocejar e ir embora?

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