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Mostrando postagens de Abril, 2009

Da Alçada

"Sou o que sabes, não sabes e supões.
Nada, além disso, posso ser.
Daquilo que desejas, é só desejo."

Mim maior

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O musicista esconderaNa sala branca e anilOs sentimentos mais vis,Pelo adolescente perversidade,Orquestrados à solidão.

Dos Objetivos Individuais

“Só você contra você mesmo.
Há de percebê-lo quando o desejado depender unicamente de seu próprio esforço.”

O que me move é este INCÔMODO de me perder dos meus sonhos. Essa é minha arma, minha última força pra que não me torne mais um integrante da massa passiva do mundo. Não se aflija com minha aflição, não se assuste com meu desespero. Eu quero, eu preciso e isso é o meu sangue, meu ar.

Ore pelos meus disparos, por favor, que eu domo meus monstros (ou mudo meus objetivos).


Francisco Cândido Xavier, dissera: lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que p…

Do Esquecer/Lembrar - Regência verbal poética.

Quando pronominal exige preposição, do contrário não. Exceções em construções clássicas ou de obras Machadianas.
O poético ou épico se constroem sobre o bruto conceito. A beleza é a filha querida do detalhe, da minuciosa atenção.
A alegria, inspiração ou amor se constroem na bruta vivência. Ver a beleza é o detalhe dignificar, o polir genuíno da obra.

Visitante pela saudade

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Aqui, passo sempre,
Sei que você não sabe que passo,Mas não posso evitar dar uma passada rápida.

E pra mim não passou
mas eu, afinal, Passageiro,
e não, passarinho...

Bú!

Gaveta aberta
Pra memória escapar.
Mas será,
Não adianta, então?

Dicto: as manhãs retrazem
Aquilo que as noites
(inebriantes)
Apagam com convicção.


Ao desnorteio

E então, do tempo fez-se o momento...

“O cachorro fica latindo dos espíritos bêbados que rondam a bodega onde José toma uma cerveja. A dezoito não fuma, desde o último gole não bebe, tudo por uma vida saudavelmente prazerosa. Chuta o gato mecânico da frente da porta, inspira o ar poluído do fusca marrom, enferrujado e sem pneus, tropeça e quebra os dentes, rola e espeta um prego na nádega, dá um grito e lhe caga, o pombo, na boca.
Assim, logo senta-se no canteiro de maria-sem-vergonha e assovia uma canção de Vinícius de Morais, enquanto vai passando o lotação das seis.”