Registros



O que escreve é filho do que fora escrito e vive fatigado nesta ânsia de escrever mais e mais para saciar uma sede intrínseca pela eternidade. Ele não compreende a força subjetiva que lhe orienta a este objetivo, mas tem de segui-la de qualquer forma.

Posso arrepender-me, qualquer hora, de tudo, de cada palavra, de cada destacamento que obtive ante a multidão, tudo se tornaria apenas histórias a serem narradas, vidas em letras que lutam pra escapar do esquecimento da mesma forma que luta aquele que lhes evidencia a mesma vida. Deixem-nos a sós, pois.”

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