A Lua se escondera da Visão da minha Janela



(Liberdade pra Escolher a Embalagem)

Namorada?
sim, moça a quem se namora,
mas saibas tu
que ainda não sei o “ser” namoradeira
disseram-me aquela de muitos namorados
contudo não pense num flertar contínuo
seria, pois, namoricar, namoriscar.
Prefiro que
(quando (e se) lembrares deste que poetisa as visões da data)
me remeta ao peixe,
Namorado, perfeito na brasa acompanhado a vinho branco,
E deixe o inspirar e cortejar do amor
Com os galanteios impróprios, dos
Determinados homens enamorados..

Hoje, inebriados muitos foram a floricultura
(gostaria de investir na cultura ambiental capitalista)
Apaixonados fizeram sua homenagem
E credes, não há nada mais belo
Que o resplandecer continuo de sorrisos
Nessa atmosfera sentimental confortante ilusória,
não há dor que não se suporte ou vergonha que não se enfrente
pelo eterno momento de amar,
é o tornar-se dono dos segundos
comparar-se ao criador dos mundos
e o mais puro dos seres..

Entretanto se demasiada perversa fores tua mente
Não enfeite tanto o sentimento
Entupindo as entrelinhas dos subentendidos dizeres
E de acessórios dispensáveis
Deixe ao jantar comemorativo do dia
O prévio passo para deleite da luxúria
Tomar banho cantando música clássica
E tendo o corpo massageado
‘Sim, namorado(s),
Não negue agora,
não me tentes a paciência justo aqui!’
‘Sim, namorado(s),
Peixinho, benzinho,
perfeito na brasa acompanhado a vinho..'
Brasa, calor
Tenham os namorados,
Amorados, Morados,
Rados, Dos,
Os, sensibilizados
Algum plano de vôo
(de incêndio talvez)!?
Sim, aquário!

™’


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